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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

No blogue presença, dedicado à revista coimbrã e aos seus autores, encontro esta dedicatória de Alberto de Serpa ao cascaense Luís Cardim. E, ainda, as magníficas reproduções que ficam em cima, num significativo post. Recorde-se que, de geração anterior e fundamentalmente elemento da Renascença Portuguesa, Cardim foi também colaborador ocasional da «folha de arte e crítica». E o nosso Branquinho da Fonseca, um dos directores, é lá assídua presença, como não podia deixar de ser.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Quando havia a Costa do Sol

A T., do Dias que Voam, postou uma magnífica prancha dos «Ecos da Semana» do Carlos Botelho, no mítico Sempre Fixe. Já lha pirateei para o acervo da Caverna.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Estoril, 1950

Mãe e Filho, foto de Gordon Parks

(tirado do magnífico O Século Prodigioso)

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

domingo, 7 de outubro de 2007

Guilherme de Faria

Faz hoje 100 anos que nasceu o poeta Guilherme de Faria
(Guimarães, 6-X-1907 -- Boca do Inferno, Cascais, 4-I-1929).
Ler aqui.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

O Vinho de Carcavelos nas «Viagens Minha Terra»

Nas Viagens na Minha Terra (1845/46), Garret discorre sobre o gosto britânico pelos nossos vinhos, referindo-se brevemente ao Carcavelos, entre outros, designando-o primeiro por «Lisboa» -- tal como os ingleses faziam: Lisbon Wine. Queixava-se o nosso autor da preferência que os velhos aliados estavam a dar à «jacobina zurrapa de Borgonha»:
«[..] Quem tal diria da conservativa Albion! Como pode uma leal goela britânica, rascada pelos ácidos anárquicos daquelas vinagretas francesas, entoar devidamente o God save the King em um toast nacional! Como, sem Porto ou Madeira, sem Lisboa, sem Cartaxo, ousa um súbdito britânico erguer a voz, naquela harmoniosa desafinação insular que lhe é própria e que faz parte do seu respeitável carácter nacional [..]
O que é um inglês sem Porto ou Madeira... sem Carcavelos ou Cartaxo?»

Viagens na Minha Terra, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1976, pp. 37-38.

Sobre Garrett:
na blogosfera, O Divino Almeida Garrett, de Cristina Futscher Pereira, infelizmente já falecida;
e também na Wikipedia.

Sobre o Carcavelos:
na blogosfera, João à Mesa.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Maria Archer



Maria Emília Archer Eyrolles Baltazar Moreira (Lisboa, 4-I-1905-24-I-1982).


Maria Archer é uma das principais mulheres escritoras portuguesas, talvez a grande ficcionista da primeira metade do século. Senhora duma prosa segura e elegante, a que se acrescenta uma mundividência invulgar aliada a uma origem familiar da alta burguesia, que lhe proporcionou ilustração e cosmopolitismo, os seus livros reflectem a condição de mulher emancipada e feminista com um arrojo inusitado e arriscado para o seu tempo -- o que lhe valeria perseguições e apreensões das suas obras. Maria Archer, exilada no Brasil na década de 1950, será uma das vozes da Oposição ao salazarismo. Regressa depois do 25 de Abril, pobre e desiludida, resguardando-se num asilo até à sua morte.

Se nós, portugueses, tivéssemos mais brio no nosso património, a obra de Maria Archer não estaria, com duas excepções, confinada aos alfarrabistas. Obra que se estende pelo romance, contos, novelas, teatro, literatura juvenil e policial, ensaística, divulgação etnográfica, panfleto político, poesia... É autora, de parceria com Branca de Conta Colaço, das Memórias da Linha de Cascais (1943).

O prefácio de Gilberto Freyre a Herança Lusíada (s.d.)
Nota biográfica: Instituto Camões, de Dina Botelho
Na blogosfera: Olho da Letra


 
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