segunda-feira, 20 de abril de 2015
quinta-feira, 26 de julho de 2012
CASCAIS NO CAMPO DA «SEARA»: PROENÇA, CORTESÃO E REYS (3)
terça-feira, 19 de junho de 2012
JOSÉ DA CUNHA BROCHADO NA CORTE DE LUÍS XIV (3)
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Um escândalo póstumo -- A candidatura de Fernando Pessoa ao lugar de conservador do Museu-Biblioteca Condes de Castro Guimarães (4)
«Literatura viva é aquela em que o artista insuflou a sua própria vida, e que por isso mesmo passa a viver de vida própria. Sendo esse artista um homem superior pela sensibilidade, pela inteligência e pela imaginação, a literatura viva que ele produza será superior; inacessível, portanto, às condições do tempo e do espaço. E é apenas por isto que os autos de Gil Vicente são espantosamente vivos, e as comédias de Sá de Miranda irremediavelmente mortas; que todos os livros de Judith Teixeira não valem uma canção escolhida de António Botto; que os sonetos de Camões são maravilhosos, e os de António Ferreira maçadores; que um pequeno prefácio de Fernando Pessoa diz mais que um grande artigo de Fidelino de Figueiredo; que há mais força íntima em catorze versos de Antero que num poemeto de Junqueiro; e que é mais belo um adágio popular do que uma frase de literato.» (5)
(4) Ibidem, pp. 98-99.
(5) José Régio, «Literatura viva», presença #1, Coimbra, 10 de Março de 1927, ed. facsimilada, vol. I, Lisboa, Contexto, 1993.
Sol XXI #24, Carcavelos, Março de 1998, p. 9.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Três escritores em tempo de catástrofe: Castro, Zweig e Eliade (4)
(2) Ver Bernard Emery, L'Humanisme Luso-Tropical selon José Maria Ferreira de Castro, Grenoble, Ellug, 1992, pp. 120-121; id., «Ferreira de Castro et la culture française», Miscelânea sobre José Maria Ferreira de Castro, Grenoble, Centre de Recherche et d'Études Lusophones et Intertropicales, 1994, pp. 53-65.
sábado, 17 de março de 2012
Eça e os Vencidos da Vida em Cascais (1)
sábado, 3 de março de 2012
Uma tela e uma sinfonia para o «Cascais» de Garrett (4)
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
A. Fontoura da Costa: Um capitão de longo curso na História dos Descobrimentos (3)
Roteiro da exposição, «A. Fontoura da Costa e a Marinharia dos Descobrimentos», Museu do Mar, Cascais, Câmara Municipal, 1997 (policopiado).
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
A memória em papel selado (1)
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Sete Cartas de Luís Cardim a Roberto Nobre (4)
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
poesia de cascais #24 - Ricardo António Alves (em letra & foto)
OUVINDO WAYNE SHORTER, DE PÉ
domingo, 17 de outubro de 2010
Cascais no campo da «Seara»: Proença, Cortesão e Reys (2)
domingo, 10 de outubro de 2010
A. Fontoura da Costa: Um capitão de longo curso na História dos Descobrimentos (2)
sábado, 2 de outubro de 2010
José da Cunha Brochado na Corte de Luís XIV (2)
domingo, 12 de setembro de 2010
Um escândalo póstumo a candidatura de Fernando pessoa ao lugar de conservador do Museu-Biblioteca Condes de Castro Guimarães (3)

terça-feira, 24 de agosto de 2010
Três escritores em tempo de catástrofe: Castro, Zweig e Eliade (3)

sábado, 17 de julho de 2010
Uma tela e uma sinfonia para o «Cascais» de Garrett (3)

quarta-feira, 9 de junho de 2010
Sete Cartas de Luís Cardim a Roberto Nobre (3)
A película fora já distinguida com o Leão de Ouro do Festival de Veneza e prémio para a melhor actriz -- Jean Simmons no papel de Ofélia --, e tambem com os Óscares para a melhor produção e melhor actor -- Laurence Olivier, no papel de Hamlet.«Sete Cartas de Luís Cardim a Roberto Nobre», Boca do Inferno, #1, Cascais, Câmara Municipal, 1996, pp. 95-96.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Cascais no Campo da »Seara»: Proença, Cortesão e Reys (1)
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
José da Cunha Brochado na Corte de Luís XIV (1)
Nascido em Cascais, em 2 de Abril de 1651 (1), filho de António da Cunha da Fonseca, governador do castelo de São Jorge, e de Joana Quental -- cuja possibilidade de parentela como oratoriano Frei Bartolomeu do Quental, remoto antepassado de Antero, foi alvitrada por António Álvaro Dória (2) --, José da Cunha Brochado surge-nos como uma das mais proeminentes figuras dos séculos XVII e XVIII em Portugal, pela qualidade do legado epistolográfico e pelo brilho com que serviu o seu país enquanto diplomata, quase sempre em circunstâncias adversas.
(1) Segundo J. Sousa Mendes*, na introdução a José da Cunha BROCHADO, «Anedotas e Memórias da Corte de França» [1952-57] (Vértice, vol. XII, n.º 107, Coimbra, Julho de 1952, p. 356), faleceu em Lisboa, em 1735; informação diferente -- m. Sintra, 1733 -- dá-nos José Calvet de Magalhães, «José da Cunha Brochado (1651-1733)», Boca do Inferno, n.º 2, Cascais, Câmara Municipal, 1997, p. 161.
(2) António Álvaro Dória, prefácio a José da Cunha Brochado, Cartas, Lisboa, Lisboa, Livraria Sà da Costa Editora, 1944, p. VII.
*Pseudónimo do historiador Luís de Albuquerque.
José da Cunha Brochado na Corte de Luís XIV, Cascais, edição do autor, 1999, p. 7.
(continua)
























