
Havia damas que nunca se viam na rua. Vira-as ele, Chico, fumando e bebendo no Estoril. Évora era a Queresma e Lisboa o Carnaval.
Vergílio Ferreira, Aparição, Lisboa, Editorial Verbo, 1971, p. 31.
Cascais é a caverna do velho Éolo, rei dos Aquilões - Eça de Queirós

Havia damas que nunca se viam na rua. Vira-as ele, Chico, fumando e bebendo no Estoril. Évora era a Queresma e Lisboa o Carnaval.
Vergílio Ferreira, Aparição, Lisboa, Editorial Verbo, 1971, p. 31.
-- O quadro do Fernando Pessoa foi feito aqui em Bicesse, no atelier do pinhal, não foi?-- Foi.
Maria José Almada Negreiros, Conversas com Sarah Affonso, 2.ª edição, Lisboa, O Jornal, 1985, p. 82.



Alfredo Keil, Fitando o Mar Largo, Peninha


No blogue presença, dedicado à revista coimbrã e aos seus autores, encontro esta dedicatória de Alberto de Serpa ao cascaense Luís Cardim. E, ainda, as magníficas reproduções que ficam em cima, num significativo post. Recorde-se que, de geração anterior e fundamentalmente elemento da Renascença Portuguesa, Cardim foi também colaborador ocasional da «folha de arte e crítica». E o nosso Branquinho da Fonseca, um dos directores, é lá assídua presença, como não podia deixar de ser.

Publicado em Boca do Inferno, n.º 3, Cascais, Câmara Municipal, 1998

