Um post sobre Ibn Mucana, no Tonel de Diógenes.quarta-feira, 7 de abril de 2010
Ibn Mucana de Alcabideche
Um post sobre Ibn Mucana, no Tonel de Diógenes.quinta-feira, 25 de março de 2010
A. Fontoura da Costa (Alpiarça, 1869 - Cai Água / S. Pedro do Estoril, 1940) - DEAMBULAÇÕES DA GANDA DE MODAFAR, REI DE CAMBAIA, DE 1514 A 1516 (1937)
Ao preparar a Biografia de Valentim Fernandes (de Morávia) deparou-se-me em Ravenstein a seguinte nota:terça-feira, 23 de março de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
José da Cunha Brochado (Cascais, 1651 - Lisboa, 1733) - PARECER DO ACADEMICO JOSEPH DA CUNHA BROCHADO (1721)
PARECER DO ACADEMICO JOSEPH DA CUNHA BROCHADO SOBRE A PROPOSTA QUE O ACADEMICO O PADRE DOUTOR FREY BERNARDO DE CASTELLOBRANCO -- CHRONISTA MÓR DO REYNO -- QUE TEM O EMPREGO DE ESCREVER AS MEMÓRIAS DELREY D. PEDRO I -- FEZ SOBRE ESTE PRINCIPE MERECIA O EPITHETO DE CRUEL, OU DE JUSTIÇOSOsábado, 16 de janeiro de 2010
linhas de cascais - Manuel Mozos
Foi no verão de 1973, numa matinée entre dois gelados do Santini, que vi no antigo Cinema São José, Cascais, «Junior Bonner -- O Último Brigão». Eu tinha 14 anos e era o primeiro filme que via de Sam Peckinpah. segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
linhas de cascais - Teolinda Gersão

sábado, 5 de dezembro de 2009
Um presente de Natal antecipado
Ao fim de oito dias, e depois de três noites ao relento, o Charlie reapareceu, graças a uma família que gosta de animais.sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Alguém viu o Charlie?
O Charlie tem 4 anos. Desapareceu no Sábado, 28 de Novembro, no Cobre, Cascais. Tem pêlo castanho tigrado com uma pequena mancha branca no peito. É magro (tem leishmaniose) e tem as orelhas pendentes. É dócil. Se o vir ou souber de alguma informação sobre o seu paradeiro, por favor avise-me, aqui no blogue ou para o mail: tmaria_alves@hotmail.com. Obrigado.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
A. H. de Oliveira Marques (Cai-Água / S. Pedro do Estoril, 1933 - Lisboa, 2007) -- GUIA DO ESTUDANTE DE HISTÓRIA MEDIEVAL PORTUGUESA (1964)
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
David Byrne, a propósito do Estoril Film Festival
«Estoril, Portugal -- The Future, the Past, the Present and...» -- anotações no seu Journal. quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Fernando Lopes-Graça (Tomar, 1906 - Parede, 1994), INTRODUÇÃO À MÚSICA MODERNA (1942)
Fernando Lopes-Graça, Introdução à Música Moderna, 2.ª edição, Lisboa, Cosmos, 1946, pp. 5-6.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
poesia de cascais #20 - José Jorge Letria

terça-feira, 6 de outubro de 2009
Cascais no Campo da »Seara»: Proença, Cortesão e Reys (1)
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Branquinho da Fonseca (Mortágua, 1905 - Malveira da Serra, 1974), RELATÓRIO DO CONSERVADOR DO MUSEU-BIBLIOTECA DO CONDE DE CASTRO GUIMARÃES (1943
Nomeado conservador do Museu-Bilbioteca do Conde de Castro Guimarães em 23 de Dezembro de 1941, tomei posse deste cargo em 2 de Janeiro do ano seguinte. A Comissão Administrativa informou-me pormenorizadamente acerca da vida do Museu nos últimos anos, e da orientação geral que conviria dar a certos serviços. Sugeri, então, à Comissão que se fizesse um Regulamento, ficando a meu cargo a elaboração desse projecto, o qual, inspirado em outros estatutos afins, de que é, em grande parte, apenas uma transcrição adaptada aos serviços deste Museu, foi presente à sessão de 5 de Julho de 1942. Foi encarregado da sua revisão o Vogal-Cultural, Sr. Luís Varela Aldemira, que numa das primeiras reuniões a que assistiu, também frisara a necessidade de se elaborar um regulamento, e que o modificou e melhorou em muitos artigos, principalmente na arrumação de certos assuntos, sendo definitivamente aprovado na reunião de 4 de Novembro de 1942, e entrando em vigor nessa data.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Luís Cardim (Cascais, 1879 - Porto, 1958), ATRAVÉS DA POESIA INGLESA (1939)
[Conferência proferida no Clube Fenianos Portuenses, em 5 de Agosto de 1938] domingo, 13 de setembro de 2009
poesia de cascais #19 - Vasco Graça Moura

sábado, 12 de setembro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
José da Cunha Brochado na Corte de Luís XIV (1)
Nascido em Cascais, em 2 de Abril de 1651 (1), filho de António da Cunha da Fonseca, governador do castelo de São Jorge, e de Joana Quental -- cuja possibilidade de parentela como oratoriano Frei Bartolomeu do Quental, remoto antepassado de Antero, foi alvitrada por António Álvaro Dória (2) --, José da Cunha Brochado surge-nos como uma das mais proeminentes figuras dos séculos XVII e XVIII em Portugal, pela qualidade do legado epistolográfico e pelo brilho com que serviu o seu país enquanto diplomata, quase sempre em circunstâncias adversas.
(1) Segundo J. Sousa Mendes*, na introdução a José da Cunha BROCHADO, «Anedotas e Memórias da Corte de França» [1952-57] (Vértice, vol. XII, n.º 107, Coimbra, Julho de 1952, p. 356), faleceu em Lisboa, em 1735; informação diferente -- m. Sintra, 1733 -- dá-nos José Calvet de Magalhães, «José da Cunha Brochado (1651-1733)», Boca do Inferno, n.º 2, Cascais, Câmara Municipal, 1997, p. 161.
(2) António Álvaro Dória, prefácio a José da Cunha Brochado, Cartas, Lisboa, Lisboa, Livraria Sà da Costa Editora, 1944, p. VII.
*Pseudónimo do historiador Luís de Albuquerque.
José da Cunha Brochado na Corte de Luís XIV, Cascais, edição do autor, 1999, p. 7.
(continua)
domingo, 16 de agosto de 2009
Um escândalo póstumo -- A candidatura de Fernando Pessoa ao lugar de conservador do Museu-Biblioteca Condes de Castro Guimarães (2)
Este período, de acordo com o seu mais conhecido biógrafo, caracterizou-se por uma grande perturbação do foro psíquico. Ao mesmo tempo, era atormentado pela urgência da organização da obra dispersa e inédita, numa corrida contra o tempo, que ele sabia faltar-lhe. (3)segunda-feira, 10 de agosto de 2009
A. Fontoura da Costa (Alpiarça, 1869 - Cai-Água / S. Pedro do Estoril, 1940) - ÀS PORTAS DA ÍNDIA EM 1484 (1935)
«Dois são os marcos miliarios do ciclo dos descobrimentos portuguezes; duas são as balizas especialmente gloriosas que se erguem na rota das Indias: o Cabo Bojador e o Cabo da Boa Esperança...................................................................................................................................
Dobrar o Cabo da Boa Esperança o mesmo era que determinar claramente a forma geographica da Africa e abrir as portas da India a mais felizes navegadores».
(Henrique Lopes de Mendonça -- Bartholomeu Dias e a rota da India, Lisboa, 1898, pág. 6).
* Os primeiros capítulos devem considerar-se o preâmbulo do último.
Era indispensável a análise das primeiras viagens do reinado de D. João II. Sem ela não seria possível tratar das hipóteses que podem explicar a famosa passagem da notável Oração de Vasco Fernandes de Lucena -- razão deste trabalho. Creio ainda que esta análise, executada por quem praticou no mar, tem também a vantagem de poder encarar determinadas interpretações novas, que vêm rectificar algumas opiniões de vários historiadores.
(1) Eugène Déprez -- Les Portugais et le périple de l'Afrique en 1484 avant Dias (in Résumés des comunications presentées au Congrès de Varsovie. Vol. II, pág. 283 à 297). Varsovie, 1933.
Devo o conhecimento deste comunicação ao meu ilustre amigo, insigne historiador e admirador de D. João II, Joaquim Bensaúde. A ele devo igualmente o ter-me incitado a escrver este trabalho. os meus respeitosos agradecimentos.
A. Fontoura da Costa, Às Portas da Índia em 1484, Lisboa, Edições Culturais da Marinha, 1990.















