
quinta-feira, 13 de maio de 2010
linhas de cascais - Vasco Graça Moura

terça-feira, 20 de abril de 2010
linhas do horizonte - João Correia Ribeiro
Amo a tranquilidade e detesto o barulho
É este o meu feitio, o meu modo de ser...
Mas sendo assim como é que eu posso conceber
O amor que tenho ao mar em que altivo mergulho?
É de noite, é de dia, é contínuo o marulho
Das ondas, da ressaca, as pedras a varrer,
Altas cristas lambendo, areias a mover,
Num eterno labor que é todo o seu orgulho!
E eu que adoro o sossego, a paz, a calmaria,
Das coisas e dos ser's, banal contradição!
Admiro horas sem fim toda esta agitação
Que o meu cérebro invade e a minha alma extasia,
Que me ergue o pensamento, a força que me anima,
Cá de baixo da Terra aos altos Céus lá cima.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Ibn Mucana de Alcabideche
Um post sobre Ibn Mucana, no Tonel de Diógenes.quinta-feira, 25 de março de 2010
A. Fontoura da Costa (Alpiarça, 1869 - Cai Água / S. Pedro do Estoril, 1940) - DEAMBULAÇÕES DA GANDA DE MODAFAR, REI DE CAMBAIA, DE 1514 A 1516 (1937)
Ao preparar a Biografia de Valentim Fernandes (de Morávia) deparou-se-me em Ravenstein a seguinte nota:terça-feira, 23 de março de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
José da Cunha Brochado (Cascais, 1651 - Lisboa, 1733) - PARECER DO ACADEMICO JOSEPH DA CUNHA BROCHADO (1721)
PARECER DO ACADEMICO JOSEPH DA CUNHA BROCHADO SOBRE A PROPOSTA QUE O ACADEMICO O PADRE DOUTOR FREY BERNARDO DE CASTELLOBRANCO -- CHRONISTA MÓR DO REYNO -- QUE TEM O EMPREGO DE ESCREVER AS MEMÓRIAS DELREY D. PEDRO I -- FEZ SOBRE ESTE PRINCIPE MERECIA O EPITHETO DE CRUEL, OU DE JUSTIÇOSOsábado, 16 de janeiro de 2010
linhas de cascais - Manuel Mozos
Foi no verão de 1973, numa matinée entre dois gelados do Santini, que vi no antigo Cinema São José, Cascais, «Junior Bonner -- O Último Brigão». Eu tinha 14 anos e era o primeiro filme que via de Sam Peckinpah. segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
linhas de cascais - Teolinda Gersão

sábado, 5 de dezembro de 2009
Um presente de Natal antecipado
Ao fim de oito dias, e depois de três noites ao relento, o Charlie reapareceu, graças a uma família que gosta de animais.sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Alguém viu o Charlie?
O Charlie tem 4 anos. Desapareceu no Sábado, 28 de Novembro, no Cobre, Cascais. Tem pêlo castanho tigrado com uma pequena mancha branca no peito. É magro (tem leishmaniose) e tem as orelhas pendentes. É dócil. Se o vir ou souber de alguma informação sobre o seu paradeiro, por favor avise-me, aqui no blogue ou para o mail: tmaria_alves@hotmail.com. Obrigado.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
A. H. de Oliveira Marques (Cai-Água / S. Pedro do Estoril, 1933 - Lisboa, 2007) -- GUIA DO ESTUDANTE DE HISTÓRIA MEDIEVAL PORTUGUESA (1964)
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
David Byrne, a propósito do Estoril Film Festival
«Estoril, Portugal -- The Future, the Past, the Present and...» -- anotações no seu Journal. quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Fernando Lopes-Graça (Tomar, 1906 - Parede, 1994), INTRODUÇÃO À MÚSICA MODERNA (1942)
Fernando Lopes-Graça, Introdução à Música Moderna, 2.ª edição, Lisboa, Cosmos, 1946, pp. 5-6.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
poesia de cascais #20 - José Jorge Letria

terça-feira, 6 de outubro de 2009
Cascais no Campo da »Seara»: Proença, Cortesão e Reys (1)
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Branquinho da Fonseca (Mortágua, 1905 - Malveira da Serra, 1974), RELATÓRIO DO CONSERVADOR DO MUSEU-BIBLIOTECA DO CONDE DE CASTRO GUIMARÃES (1943
Nomeado conservador do Museu-Bilbioteca do Conde de Castro Guimarães em 23 de Dezembro de 1941, tomei posse deste cargo em 2 de Janeiro do ano seguinte. A Comissão Administrativa informou-me pormenorizadamente acerca da vida do Museu nos últimos anos, e da orientação geral que conviria dar a certos serviços. Sugeri, então, à Comissão que se fizesse um Regulamento, ficando a meu cargo a elaboração desse projecto, o qual, inspirado em outros estatutos afins, de que é, em grande parte, apenas uma transcrição adaptada aos serviços deste Museu, foi presente à sessão de 5 de Julho de 1942. Foi encarregado da sua revisão o Vogal-Cultural, Sr. Luís Varela Aldemira, que numa das primeiras reuniões a que assistiu, também frisara a necessidade de se elaborar um regulamento, e que o modificou e melhorou em muitos artigos, principalmente na arrumação de certos assuntos, sendo definitivamente aprovado na reunião de 4 de Novembro de 1942, e entrando em vigor nessa data.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Luís Cardim (Cascais, 1879 - Porto, 1958), ATRAVÉS DA POESIA INGLESA (1939)
[Conferência proferida no Clube Fenianos Portuenses, em 5 de Agosto de 1938] domingo, 13 de setembro de 2009
poesia de cascais #19 - Vasco Graça Moura

sábado, 12 de setembro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
José da Cunha Brochado na Corte de Luís XIV (1)
Nascido em Cascais, em 2 de Abril de 1651 (1), filho de António da Cunha da Fonseca, governador do castelo de São Jorge, e de Joana Quental -- cuja possibilidade de parentela como oratoriano Frei Bartolomeu do Quental, remoto antepassado de Antero, foi alvitrada por António Álvaro Dória (2) --, José da Cunha Brochado surge-nos como uma das mais proeminentes figuras dos séculos XVII e XVIII em Portugal, pela qualidade do legado epistolográfico e pelo brilho com que serviu o seu país enquanto diplomata, quase sempre em circunstâncias adversas.
(1) Segundo J. Sousa Mendes*, na introdução a José da Cunha BROCHADO, «Anedotas e Memórias da Corte de França» [1952-57] (Vértice, vol. XII, n.º 107, Coimbra, Julho de 1952, p. 356), faleceu em Lisboa, em 1735; informação diferente -- m. Sintra, 1733 -- dá-nos José Calvet de Magalhães, «José da Cunha Brochado (1651-1733)», Boca do Inferno, n.º 2, Cascais, Câmara Municipal, 1997, p. 161.
(2) António Álvaro Dória, prefácio a José da Cunha Brochado, Cartas, Lisboa, Lisboa, Livraria Sà da Costa Editora, 1944, p. VII.
*Pseudónimo do historiador Luís de Albuquerque.
José da Cunha Brochado na Corte de Luís XIV, Cascais, edição do autor, 1999, p. 7.
(continua)















