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sábado, 3 de março de 2012

Uma tela e uma sinfonia para o «Cascais» de Garrett (4)

O visconde da Luz gostava da vila, e por cá se demorava. À sua acção, enquanto director das obras Públicas, ficou a dever-se a abertura da velha estrada para Oeiras, via que, mais tarde, Pedro Borges Barruncho, nos Apontamentos para a Historia da Villa e Concelho de Cascaes (Lisboa, 1873), considerou ter tido como consequência a «regeneração de Cascais». Em 1863, ainda se não instituíra o hábito da vinda da corte a banhos, Barreiros edificou a sua casa no Alto da Bela Vista, cuja fotografia foi publicada por Guilherme Cardoso no Cascais Passado a Preto e Branco (Cascais, Associação Cultural de Cascais, s.d.).

sábado, 12 de janeiro de 2008

domingo, 14 de outubro de 2007

catavento

Um catavento de Cascais, da casa que foi de João Gaspar Simões: a "Casa do Dragão".
Porque tem ela este nome, a seu tempo direi.
Foto de Guilherme Cardoso

sábado, 15 de setembro de 2007

Um poeta popular




Celestino Costa, nascido na Abóbada em 1933, poeta popular, canteiro de profissão. É o último representante duma linhagem de artistas da pedra, iniciada pelo seu trisavô, Felismino Luís, também natural da mesma localidade. Trabalha, como profissional liberal, no Cemitério da Guia e noutros do concelho. Há décadas que executa trabalhos também para a minha família. Além deste A Minha Terra e Eu, sei que publicou mais uma colectânea poética, que desconheço, mas espero poder aqui referir proximamente.

Marcas de canteiro

Marcas de canteiro da família Costa
a de Celestino, em baixo (B) e a de seu pai, Eduardo e irmão mais velho, José, em cima (A)
in Guilherme Cardoso, «Os Costas -- uma família de canteiros», Jornal da Costa do Sol, Cascais, 13 de Março de 1997, p. 8.




 
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