Eu não sei o que este tem,
Leio-o sempre comovido
Faz-me mal e sabe bem.
Tires, Out. 1989
***
Dentro dum velho, a brincar,
Anda a criança de outrora,
No prazer de recordar
Vai entretendo o agora.
Tires, Julho 1989
***
A VIDA
Eu gosto tanto da vida,
E logo me calhou em sorte
Passar parte dessa vida
No território da morte.
Tires, Março 1990
A Minha Terra e Eu, Cascais, Associação Cultural de Cascais, 1992

2 comentários:
São simples, mas são a mais pura expressão do sentir.
Gosto deles.
Quanto ao latido do Merdock, digo-lhe que não sei pôr aquelas coisas. Foi um amigo que o fez e deu uma trabalheira. Mas é giro.
Imagino o espanto dos outros.
Um abraço.
Ainda bem, caro Vieira Calado.
Abraço também.
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